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A participação especial das meninas do RBD no programa “Está Cañon”, da Televisa, foi ao ar na noite de quarta-feira, dia 20, no México. Dulce María e Maite conversaram com o apresentador, Jordi Rosado, e até participaram de uma brincadeira, conhecida no Brasil como “Stop”.
Rosado perguntou às meninas sobre momentos marcantes da infância das meninas. Questionadas sobre os medos que tinham quando crianças, Dulce respondeu que temia os pesadelos.
“Quando tinha quatro anos, não conseguia dormir sozinha. Então, eu acordava todo mundo (risos)”, lembrou a ruiva.
Já Maite revelou temer a morte: “Na minha cabeça, se eu dormisse, não acordaria no dia seguinte. Lembro que eu tinha uns 4 ou 5 anos, só dormia com o rádio ligado. Colocava em qualquer estação e me distraia”.
“Ah, comigo aconteceu algo parecido. Certa vez, uma criança me disse que se eu sonhasse com a morte de alguém, ela chegaria para mim. Então, eu não queria mais dormir (risos)”, lembrou Dulce.
Os momentos no colégio também foramcitados pelas meninas. Dulce contou duas experiências distintas nas salas de aula. “Meu primeiro colégio, onde estudei até os 7 anos, era muito rígido. Era uma escola só para garotas e ninguém prestava atenção em mim. Depois, fui para um colégio misto. Lá tive boas notas e educação personalizada (risos)”, lembrou.
Para Maite o colégio traz boas lembranças. Chamada de “CDF” por seus colegas de banda, a cantora revelou que não costuvama ser tão inteligente assim. “Uma vez, no ginásio, eu tinha uma prova de anatomia. Mas, no final de semana sai com as minhas amigas e não estudei. Só sei que cheguei na sala, escrevi meu nome na prova e a entreguei em branco. Ganhei um zero de verdade. Cheguei em casa e meu irmão disse: “Aleluia! Você é uma menina normal!”. Eu ía bem nas outras matérias porque tinha boa memória, só por isso. Quando começamos a crescer, surgem coisas mais divertidas do que estudar”, brincou a morena.
Ainda a respeito da escola, Maite recordou alguns momentos nada agradáveis em sala de aula. “Lembro que na escola contavam quantas palavras você conseguia ler por minuto. Isso era terrível, porque eu ainda estava aprendendo”, disse.
“Quando eu tinha uns 4 ou 5 anos, a professora escolhia quatro meninas para ler para a classe. Eu queria ir, mas nunca chegava a minha vez. Por isso, lia em casa, com a minha mãe”, contou Dulce.
Sobre as fantasias da infância, Dulce e Maite confessaram que um dia acreditaram no Papai Noel.
“Eu deixava biscoitos para ele. Na minha cabeça, pensava: 'Já que ele virá me entregar presentes, que ganhe um jantar'”, destacou Maite.
“Na noite de Natal, eu ficava acordada o tempo todo. No dia seguinte, descia as escadas e era uma emoção enorme ver os presentes. Acho que é a coisa mais legal para uma criança”, lembrou Dulce.
Sobre os namoricos da adolescência, Dulce foi a única a falar sobre a sua primeira paixão. “Gostei de um cara mais velho, mas ele não quis nada comigo porque eu era muito nova. Uma vez, comprei um coração daqueles que se divide na metade. Eu ficaria com uma parte e ele com a outra. Mas, ao receber ele disse: “Não quero. Você não é boa para mim”. Foi horrível, porque eu só tinha oito anos”.
Outro ponto divertido da entrevista foi o momento em que Maite provou saber a língua do “F” e cantou “Celestial”, trocando as consoantes pela letra “F”. Segundo Dulce, ela e Anahí costumam conversar usando esse método.
Anahí não esteve presente na atração, pois a gravação aconteceu durante a semana em que ela estava de luto pela morte de dois amigos, no início de setembro.



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